Uma baita dicaaaaaaaa!!!

Oiêêê...

Puxa, passei para uma dica.

Enquanto vou pensando na nova cara do blog, olha só a banda que encontrei por aí... Entrem no link, não é vírus, é seguro, garanto! Apesar das músicas serem em inglês, a banda é 100% nacional! Chama-se BLUESKULL.

Ah, aumentem o som... e depois me contem!

Beijos!!!

Eis o link: http://www.myspace.com/blueskullpunkrock (lá tem duas músicas inéditas do CD)

O site oficial:  http://www.freewebs.com/blueskullpunkrock

 

 

RETORNANDOOOOOO....

 

Bem, nem tanto. Passando para dizer que todo o meu sumiço serviu para algo...

AGUARDEM E VERÃO!!!

Se é que ainda tenho leitores...

... esqueçam bushes, largatixas, planetas e lulas. O último, só na gastronomia mesmo!

Muito em breve, e agora garanto - se é que ainda tenho alguma palavra - tudo renovado, sem remasterização, de cara nova e vida nova também.

Beijos em todos!!!

 

Pulga...

Uma pergunta que não quer se calar:

Se ninguém sabe o que Bush veio fazer no Brasil, alguém aqui ao menos sabe o que o Lula foi fazer lá, em menos de um mês?!

Sobre isso eu volto... talvez quando descobrir... ou ao menos, desconfiar.

Buchada no Ponto G

Agora me conta: o que mais o presidente americano veio fazer aqui senão humilhar o povo brasileiro? Alguém aqui percebeu a cara de nojo quando o pessoal da ong Meninos do Morumbi o chamou para dançar? Certamente veio junto com a comitiva e guardada dentro da suíte de 300 metros quadrados, uma câmara de desinfecção para diminuir o medo de alguma epidemia incivilizada assole a saúde do cowboy.

Parafraseando o José Simão, Bush veio falar do álcool e antes de descer em solo brasileiro, já engarrafava a cidade. O aeroporto foi congelado. Ninguém pousava, ninguém voava, ninguém andava, ninguém falava ou respirava. O exército foi chamado - como se precisasse - para garantir a segurança. Mais de mil homens da polícia também foi acionada. E a segurança da população? Tem bala perdida e sem dono encontrando vítima por aí e o gringo lá, nem o calor escaldante deve ter conseguido chegar perto dele. Não vi uma gota de suor na testa dele, a não ser quando a moça sorridente da maior favela paulistana estendeu as mãos e... meu Deus... tocou em Bush!

Coincidência ou não, o medo era que ele fosse alvo de um atentado terrorista por ficar ao lado do WTC tupiniquim. Alguém pode dizer para ele, por favor, que além do nome, não há nada de semelhante às torres gêmeas de Nova Iorque, alvo dos atentados de 11 de setembro. E terrorista tá muito preocupado de, numa tentativa inversamente nazista, aniquilar o vírus mundial atualmente chamado poderio pseudo-dono-do-mundo, auto proclamado, americano... aqui é Brasil, gente. Brasil...

A gente tem bomba, tem violência, tem tráfico de drogas e prostituição infantil. Eles também. Aliás, todo mundo tem... com a diferença que não tem ninguém aqui achando que é dono de tudo e todos. Não tem ninguém aqui achando que é Deus.

Questões geográficas à parte, vale ressaltar que a cada litro de álcool enviado ao EUA, trinta centavos são pagos por nós. Isso mesmo... nós! Eles compram e nós pagamos. É simples assim. E o nosso querido presidente, enquanto procura o ponto G, propõe que isso acabe. Mas é claro que não! Hahahá!!! Ou esperava outra resposta? E como "réplica"... um "tá bom". Então tá, né... tá bom...

Bom pra quem???

Bem, pelo menos alguém aqui sabe onde fica o ponto G... "Foi bom pra você, Mister President?"

Presidente Lula... boa sorte na procura...

Ecaaaaaaa!!!!!

Todo mundo tem asco a alguma coisa. Não, não me refiro a nojo, eca, ou algo que o valha. Asco mesmo. Da pele arrepiar começando pela espinha, do estômago embrulhar, da careta surgir no semblante de tal forma que chega a deformar. E o campo de visão se restringe ao objeto asqueroso que, diante da fobia, triplica de tamanho.

 

Eu já peguei em cobra coral, tive sapo, mato barata. Dos três, a barata é o único ser que realmente tenho nojo, mas nada que supere o asco por um ser de pele gosmenta, comedor de insetos, invasor de casas. E no meu caso, quase todas as noites me tira da minha doce caminha me fazendo dormir no sofá, já que me falta coragem para dormir no mesmo aposento que uma lagartixa.

Isso mesmo, caro leitor-internauta. Aqui estou, mais uma vez, sentada no sofá que, em alguns minutos, será minha cama. Pois acabo de ser desalojada por uma lagartixa no teto do meu quarto.

 

Depois de um dia inteiro de trabalho, a cidadã aqui nem mesmo tem o direito de repousar no berço esplêndido do seu próprio colchão já acostumado com minhas manias e as curvas do meu corpo. Pelo jeito, agora eu deformo o sofá.

E não adianta tentar me consolar, dizendo que a ordinária fica na parede, que é inofensiva e inocente. Eu que o diga. O verão traz tantas coisas boas mas também insetos. E a bicha fica lá, pulando e correndo pela parede feito louca com a abundância de alimento, até não agüentar mais. Aí, com o bucho cheio, espatifa-se no chão ou no que estiver embaixo. Ou quem. E enquanto puder evitar, esse alguém não serei eu.

 

Meu Deus, nem mesmo eu me reconheço. Com tantos assuntos para blogar, perco meu tempo expondo meus profundos e desprezíveis sentimentos por este ser tão desprezível quanto. Mas tinha também que me abrir para evitar o grito quando a vi, pousada com as mãos na cintura e sorriso no canto da boca como quem diz “aqui quem manda sou eu”. Juro que a vi fazendo isso.

 

Mas tudo bem. Tem nada não. Enquanto ela come bicho, limpa minha casa e espatifa-se no chão, o novo lar onde meus sonhos surgem estará aqui à minha espera. Eu me conformo. Mas que um dia ela me paga... ah, se paga! Ainda reivindicarei meu trono, meu refúgio horizontal sagrado onde meu esqueleto se apruma, antes que meu colchão me estranhe. Afinal, não estou aqui para sustentar intrusas asquerosas. Nem mesmo com insetos.

 

Até mais!!!

Quero morar em Vênus...

Gente, o mundo tá acabando. Sério, não tô brincando... agora me diz, desde quando papo de aquecimento global começou a ficar sério?

 

Pois há muito, muito tempo mesmo, ouço falar nessa história. Só que ninguém dá valor de verdade. As previsões são as menos otimistas possíveis, de fazer Nostradamus morrer de inveja na dramaticidade da situação. Em 2050, daqui a pouco mais de 40 anos, teremos uma escassez de água potável tão grande que o problema não será morrer de fome... e sim, de sede!

Isso, para quem ainda acha que falta muito tempo, é caso para nossos filhos sofrerem com isso, e não os nossos netos. Enquanto a água potável se torna escassa, por outro lado, o nível do mar cresce em tão rápida proporção que antes mesmo de perceber, muita orla estará habitada por peixes.

 

O ar está cada dia mais insuportável. Quem tem a felicidade de morar onde a poluição não chega, pode ficar sabendo que não chega o cacete! Uma queimada no interior de São Paulo pode muito bem influenciar no clima da Flórida. A flatulência daqui, chega pelo menos, no vizinho que fica a 50 metros de casa. É mole? Bem, se for mole, suja a calça... ergh!

 

Mas não é para ninguém ficar com consciência pesada com um aparente inofensivo pumzinho. Mas também não é para culpar os EUA pelo caos que a Terra está se tornando. Bem, a parcela de culpa, que não é pequena, existe sim. Mas entre nós, se cada um resolver guardar garrafas pet e não jogar lixo no chão, já é uma baita ajuda. Não sei se resolve em tempo de evitar o colapso doentio que o planeta convalesce, mas retarda. É que ninguém prestou atenção desde o início...

 

Tem idéia há quanto tempo o tal do Greenpeace existe? Não vou contar, entra no site: www.greenpeace.org.br

Página em português, galera. Moleza maior não há. Aproveitem, vejam as dicas para tornar a rua, a cidade, o país e conseqüentemente, o mundo mais feliz. E não deixem de ler sobre as previsões alarmantes que nos rodeia.

 

Uma vez, uma “figura” me explicou a coisa da seguinte maneira: nosso organismo vive com um monte de outros microorganismos. Não podemos abrir mão deles, eles são parte da nossa sobrevivência, como as bactérias que nos ajudam na digestão, que começa pela boca. Entretanto, não desenvolvemos doenças por causa deles, mas de outras bactérias, vírus, vermes que estamos sujeitos a adquirir ao longo da vida. Uma vez que um microorganismo se instala em nosso corpo, rapidamente reagimos. Uma forma de reagir, é a febre (superaquecimento?!) que mata um monte deles de uma vez só. Ainda enviamos um batalhão de células-soldados para eliminá-los (epidemias?!), e finalmente, usamos de outros meios para sararmos de vez (remédios = reações da natureza?!).

 

Eu fiquei boqueaberta antes mesmo dele terminar a explicação, afinal, para bom entendedor, pingo é letra... se examinamos o planeta como um gigantesco organismo vivo, somos meros parasitas... estaria a Terra reagindo à sua maior praga? O homem...

Ok, quem quiser viajar na maionese da figura (figura messsssmooooo), saiba que estou nessa. Cara, certo ou não, faz todo o sentido. E se tivéssemos pensado, e viajado, nessa história desde o início, talvez não tivéssemos chegado onde chegamos. O pior, ainda não chegamos... isso é que dá medo.

 

Mas parece que estou pessimista até demais. Tô não. Sou realista, mas ainda acredito em coisas boas. Espero que alguém, até lá, invente uma máquina de transformar água salgada em potável, diminua gradativamente a quantidade de gases poluentes no ar, preserve o pouco dos rios e da natureza que ainda temos.

 

Quem sabe?!

É a primeira do ano... que vergonha... rs.

Parace brincadeira, mas fico zilhões de dias sem aparecer por aqui e quando apareço, sinto que nada fiz, nada produzi, nada acrescentei.

Claro que isso é um exagero.

Mas certamente, não precisava ficar tanto tempo assim, viu? Apesar da promessa de não ficar mais ausente, a constante inconstância futura tem hora que me irrita. Aliás, não saber o que acontecerá no dia seguinte tem suas delícias, seus mistérios. Mas a parte desconhecida bem que poderia ter hora marcada. Que tal depois do meio-dia?

Isso. Até as 11h59, tudo como previsto. Assim dá para juntar trânsito que nas férias já fica infernal - o rodízio retornou essa semana e as aulas, semana que vem. Dá para juntar também atrasos no trabalho, dores de barriga matinais por causa da maldita azeitona da empada no jantar (!!!) e noites mal dormidas. Nada disso mais... Tudo dentro da previsão. Da provisão, do preparo, da garantia.

Aí sim. Depois da harmonia absoluta do óbvio ululante da manhã, vem o calor vespertino, o sol a pino, o caos absoluto. Retornar ao mistério que o minuto nos desvenda, mas não sem antes esconder o minuto seguinte. Se o pão cai com a manteiga virada para baixo, a culpa deixa de ser de Murphy. Pão na chapa se come de manhã, de preferência em pé na padaria, com o pãozinho fresquinho e um pingado no copo americano. Tudo planejado na noite anterior, e não tem como dar errado.

Deixo assim de ser uma mentirosa ou, na melhor das hipóteses, uma cidadã atônita que, mesmo pregando a promessa como um compromisso inadiável, é obrigada a fazer o que mais condena.

Como falei com minha "amiga-miguxa", tenho na cachola oca que pouco produz uns 42 textos que deveria ter postado. Então, como ela me cobra todas as vezes que nos falamos, volto devagar, devagar... devagar... Como disse antes, tem louco pra tudo, até para ler esse blog. Mas enquanto o caos vespertino ainda é 24 horas e a harmonia reina nos reclames de sabão em pó, volto quando der. Só espero não ter perdido de vez, os loucos que aqui transitavam...

Bjs,

Panela véia é que faz bagunça boa!!!

Só mesmo um mega-salário auto aprovado me captura ao espaço cibernético... quem não ficou indignado com os 24 paus a mais no já tão currado ______ do brasileiro, que atire a primeira pedra.

Só que o buraco é mais embaixo. Sem querer justificar o tamanho da mamadeira que o Congresso se tornou, quero lembrar que quem está lá, está por que foi convidado. Quer mesmo saber o que acho? Os caras estão certos. Eu também, se pudesse, dobrava meu salário... se bem que continuaria ganhando uma merreca... enfim...

Deixem que eu explique antes que peguem as pedras e atirem em mim... Primeiro: quem deu o direito a eles de votarem o próprio salário? Imagine com esse direito e me diga com sinceridade, o que faria?

Segundo: que lá tem lama para tudo quanto é lado, ninguém duvida e todo mundo sabe. E muita gente continua votando nos mesmos... o que tem de portadores de dólares nas cuecas, carregadores de malas recheadas e "mensalados", não tá no gibi. Os mesmos que voltam no mandato seguinte. E em outro... e outro...

Vale ressaltar que com dois mandatos, o deputado tem o direito de se aposentar. O que significa que o aumento não vai somente para os 513 da bancada, mas os já "encostados". E, ao contrário dos mortais, pode acumular aposentadoria e com salário integral.

Voltando ao assunto: já procurou saber se o deputado que você elejeu votou sim ou não ao aumento?

De qualquer forma, é mesmo para ficar indignado. É tudo que eu pedi aos céus: salário alto, casa de graça, ternos de graça, alguém para pagar os meus empregados, minha gasolina paga e passagem de avião, além dos melhores médicos e hospitais pelo país afora. Férias um mês e meio no meio do ano e noventa dias no verãozão, afinal ninguém é de ferro! E se houver sessão extraordinária, nada de hora extra - isso é pra pobre que bate cartão e carrega crachá. Ganha sim, uma bela recompensa pelo trabalho suado e de tanta importância quanto o abençoado sossego de quem faz nossas leis, emendas e afins...

Ok, ok, ok... tô de saco cheio. Sugiro uma panelada ao melhor estilo argentino. Aliás, temos mania de achar que somos melhores que eles, que tal uma panelada maior ainda? Do tamanho do aumento? Ensurdecer os mamadores enquanto o aparelho auditivo ainda não é pago por nós...

Pode não dar em nada. Mas pelo menos a gente se diverte!

Um pingo de nada...

Enquanto tento curar uma dor de garganta que não desaparece há semanas, entre antiinflamatórios e espirros de própolis, tento voltar. Até que para quem estava há mais de dois meses sumida, blogar dentro de quatro dias é uma maravilha!

Honestamente, hoje estou meio melancólica. Se bem que até agora não sei se é melancolia ou uma preguiça miserável associada à dor de garganta e a falta de belas noites de sono. Sabe, aquela que se deita, dorme, não acorda, mal se mexe, quando acorda, acorda sozinha e ainda, percebe que babou no travesseiro, tem a cara amarrotada e uma mão dormente, olhos inchados e uma sensação de ter perdido a noção de tempo e de lugar: "que dia é hoje?, onde estou?" rs...

Beleza, acho que paro por aqui. Ou seja, essa blogada é um nada, a não ser o desejo de hibernar por algumas looooongas horas. Bem, então é um quase nada... a expressão de um desejo...

Beijos... e que todos tenham lindos sonhos!

Blogada da (IN)satisfação – o retorno

Pois é. Cá estou eu de volta. Prometo tentar não abandonar mais esta parte que me cabe neste latifúndio virtual ao qual ainda nada me custa, a não ser a vontade de blogar – que por sinal, inversamente proporcional ao tempo que me resta. E que não o uso para dormir. Coisa que deveria.

Antes, um aparte. Apesar de parecer, o último texto, o poema, não foi uma despedida ou anúncio sutil do meu desaparecimento virtual. Não acredito em coincidência, mas desta vez foi. Juro que foi.

Voltando ao assunto, lamento com todas as minhas forças um dia ter reclamado de não ter tempo. Eu era feliz e não sabia, agora corro atrás da felicidade num mísero segundo para ver meus filhos, conversar pelo telefone, atualizar fotos no orkut, ligar pra minha mãe. Meu cachorro só não late para mim quando me vê chegando em casa por que ele é manso demais.

Se antes eu estava preocupada com repórteres, equipes, horários, personagens, pauta... agora ainda acresço horários de gerações, equipes do país inteiro, problemas técnicos que sempre surgem, relatórios diários separados por estados. Todos, todos os estados deste nosso brasilzão.

Chegar em casa agora, não antes das onze da noite. Minha filha não agüenta mais me esperar. Está sempre mergulhada num sono profundo e a mim, cabe vislumbrar a figurinha angelical de olhinhos fechados e suspiros inspirados nos sonhos.

Tudo bem, não vou reclamar da vida. Nunca mais. E aproveito para pedir desculpas a quem esteve aqui e sentiu-se como que com a cara na porta. Putz, se nem eu entrei no meu próprio blog, como esperar que alguém me visite?!

 

Beijos em todos. E espero o retorno de vocês também...

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